| O
calendário de festas também não
corresponde ao dos Karipuna ou Galibi-Marworno. Não
festejam o Divino Espírito Santo, como os Karipuna,
e nunca foram adeptos do Turé indígena,
segundo eles um ritual dos povos da floresta (de la
brousse) e não dos povos do litoral (de la côte).
Antigamente as grandes festas eram os ritos funerários
ou do fim do luto que reuniam muitos dos grupos locais,
onde se destacavam os cantos femininos e os tocadores
de tambor.
Hoje, a maior festa é celebrada
no último dia do ano, quando os que vivem fora
da aldeia voltam para visitar seus parentes e quando
amigos de outras localidades se unem aos Galibi para
festejar, comer, dançar e beber caxixi, bebida
fermentada de mandioca. As outras festas são,
em agosto, a de Santa Maria que era a grande festa em
Mana e a de São José, patrono da aldeia.
|