A exemplo de quase todos os grupos indígenas do
Nordeste brasileiro, a história Pankararu remete
a políticas públicas e ação
missionária implementadas desde o início da
colonização portuguesa, que incluíam
deslocamentos e aldeamentos forçados, impondo a convivência
e a posterior indiferenciação de etnias diversas
na região. Seus direitos fundiários não
foram respeitados no reconhecimento oficial da Terra Indígena
Pankararu. Apenas em 1999, depois de anos de reivindicação,
o processo de ampliação dessa terra foi iniciado,
mas ainda não está concluído. Assim
como os outros povos do Nordeste, o principal emblema da
cultura Pankararu consiste no sistema ritual do Toré
e no culto aos Encantados a ele associado.
|
|
|
|
|