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Há somente um trabalho exclusivamente
dedicado aos Tingui-Botó. É monografia
de Benildo Gomes de Farias, Tingui-Botó: uma
etnografia, apresentada como monografia de graduação
na Univeridade Federal de Alagoas.
Tratando-se de uma denominação recente,
nos levantamentos regionais mais antigos os Tingui-Botó
são referidos com outros nomes. Assim, Hohenthal
Jr., em As tribos indígenas do médio
e baixo São Francisco (1960), identifica-os
enquanto "shocós" de Olho d'Água
do Meio; Duarte, em Tribos, aldeias e missões
de indios nas Alagoas (1969), a eles se refere como
"shocó"ou "xocó".
Há também referências a eles em
Claudio Sant'Ana, Alagoas seus índios e suas
terras (1991), e no Atlas das Terras Indígenas
do Nordeste (1993).
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