Em
seus contatos iniciais com os não-indígenas, nas primeiras décadas do século XX, os Tupari os denominaram Tarüpa, "maus-espíritos", por serem portadores de doenças e outras adversidades. Os Tupari compartilharam com outros povos de Rondônia um histórico do contato marcado primeiramente pela exploração e expropriação por seringalistas, e a partir da década de 1980 também por madeireiros e garimpeiros. Nos últimos anos os Tupari vêm procurando reverter esse quadro e lutam, com outros povos da região, contra a instalação de barragens no rio Branco.
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Textos elaborados a partir da etnografia de Franz Caspar, complementados com trabalhos de Mauro Leonel e Betty Mindlin, com informações atualizadas pela ONG Associação de Defesa Etnoambiental – Kanindé
Setembro de 2005
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