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O Programa Xingu, iniciado pelo ISA em 1995, desenvolve um conjunto de projetos
em parceria com a Associação Terra Indígena
Xingu (Atix), com comunidades do Parque Indígena
do Xingu (PIX) e com a comunidade da Terra
Indígena Panará . O objetivo
é formular e implantar, em parceria com as associações
e comunidades indígenas, um conjunto articulado
de projetos no sentido de ampliar a capacidade de interlocução
e protagonismo político dos índios com
a sociedade envolvente; de ampliar a autonomia econômica
das comunidades e a capacidade de gestão de suas
organizações; de promover seu fortalecimento
cultural; e capacitar para a gestão dos recursos
naturais tradicionais e para a proteção
e fiscalização das suas fronteiras.
O ISA exerce a coordenação do programa
a partir da sede do instituto, em São Paulo,
com bases de apoio dentro do Parque Indígena
do Xingu e na Terra Indígena Panará para
a realização dos projetos de campo.
Linhas de ação
As principais linhas de ação do Programa
Parque Indígena do Xingu, hoje, são:
- Coordenação e desenvolvimento
- Manejo sustentável de recursos naturais e
desenvolvimento de alternativas econômicas
- Educação e cultura
- Capacitação em gestão e fortalecimento
institucional das comunidades e associações
indígenas
- Gestão territorial e fiscalização
das fronteiras
- Projeto Panará
Sobre a Associação Terra Indígena
Xingu – Atix
A Associação Terra Indígena Xingu,
principal parceiro no desenvolvimento do Programa Xingu
tem atuação de destaque no Parque, não
só pela importância e abrangência
dos trabalhos ali desenvolvidos, mas pelo alto nível
de eficiência e autonomia conquistada em seus
9 anos de existência e pelo reconhecimento de
sua representatividade junto aos povos xinguanos. As
ações da Atix que envolvem o Parque como
um todo, notadamente no que se refere à proteção
e fiscalização das fronteiras do PIX,
saneamento e educação (através
de convênios e parcerias principalmente com a
Seduc – MT), têm ampla aprovação
dos povos que habitam a região.
O Parque Indígena do Xingu
Criado por ato do governo federal em 1961 o Parque
Indígena do Xingu (PIX) está localizado
ao norte do estado do Mato Grosso, possui uma extensão
de 2,8 milhões de hectares e um perímetro
de 920 km. Localizado em uma área de transição
ecológica, formada por florestas tropicais ao
norte e cerrado ao sul, a região apresenta grande
complexidade no que diz respeito à situação
ecológica, social e cultural. É habitada
por catorze etnias – Kuikuro, Kalapalo, Matipu,
Nahukuá, Mehinaku, Waurá, Aweti, Kamaiurá,
Trumai, Yawalapiti, Suiá, Kaiabi, Ikpeng e Yudjá
- que falam línguas diferentes, distribuídas
em 49 aldeias e postos, com uma população
de cerca de 4.700 pessoas.
A ocupação da região
O processo de ocupação da região
na qual o Parque está inserido ocorreu a partir
da década de 1970, com a chegada de projetos
agropecuários e de colonização
privados e governamentais, como parte das políticas
oficiais para a ocupação e integração
da Amazônia e Centro-Oeste com os estados do Sul
do país, consolidada a partir da construção
da rodovias BR-163 (que liga Cuiabá a-Santarém)
e BR- 158 (que liga Barra do Garças (MT) à
Redenção (PA)). Desde a criação
do Parque até meados da década de 1980,
seus habitantes viviam numa situação de
isolamento do mundo exterior e contavam com uma presença
forte e protecionista do Estado brasileiro. A partir
de então, a presença e a assistência
do Estado diminuiu e os índios do PIX começaram
a se dar conta da situação de vulnerabilidade
de seus limites territoriais e da sustentabilidade dos
seus recursos naturais. Tornaram-se testemunhas do alastramento
das queimadas originadas nas fazendas que foram se instalando
no seu entorno, das invasões intermitentes de
caçadores e pescadores, do assoreamento dos seus
rios decorrente do crescente desmatamento, do risco
da contaminação das águas pelo
uso de defensivos químicos nas atividades agrícolas
e da intensa exploração ilegal dos recursos
madeireiros.
Diante desse quadro e considerando a importância
socioambiental dessa área, o ISA identificou
na ainda incipiente Atix um movimento político
importante que poderia resultar numa parceria capaz
de iniciar um processo de mudança.
Projeto Capacitação
e Fortalecimento da Associação Terra Indígena
do Xingu (Atix) e Associação Iakiô
Panará
Desenvolve um conjunto de atividades que buscam a
gradual construção de autonomia na atuação
da Atix, Iakiô e demais associações
xinguanas nos aspectos, técnicos, gerenciais,
administrativos, jurídicos e políticos.
O trabalho do ISA engloba acompanhamento, assessoria
e capacitação dos integrantes das associações
no planejamento e gestão das atividades por elas
desenvolvidas.
Projeto Apoio e Fortalecimento da Atix
Visa assegurar condições para que a Atix
articule e mobilize, de forma autônoma, as lideranças
do Parque em torno de uma agenda de questões
políticas relacionadas à gestão
do PIX e que se inscrevem no âmbito das esferas
do governo federal, estadual e municipal, assim como
capacitá-la a elaborar e gerir projetos.
Projeto de Manejo de Recursos Naturais e Desenvolvimento
de Alternativas Econômicas Sustentáveis
O objetivo é ampliar a autonomia política
e gerencial das comunidades do Parque Indígena
do Xingu (PIX) e da Terra Indígena Panará,
na gestão econômica e cultural dos recursos
naturais existentes em suas terras. Busca estimular
a manutenção de padrões tradicionais,
o resgate cultural e, ao mesmo tempo, atualizar as formas
tradicionais de manejo considerando as novas situações
de restrição e escassez de recursos naturais
surgidas após o contato com a sociedade nacional.
Envolve também aspectos relacionados com a economia
de subsistência, segurança alimentar e
a caracterização e manejo participativo
de recursos naturais. O projeto vem buscando consolidar
a produção sustentada e a comercialização
de alguns produtos diferenciados, sempre com agregação
de valor ambiental e cultural, como o “mel dos
índios do Xingu”, o artesanato e óleos
vegetais.
Em todas as atividades há um forte componente
pedagógico que valoriza conhecimentos e técnicas
tradicionais, por meio de um Programa de Formação
de Agentes Indígenas de Manejo de Recursos Naturais,
do qual participam atualmente 27 agentes indígenas
de 4 etnias da região norte do PIX.
A estratégia geral visa o uso sustentável
e conservação da biodiversidade, a diversificação
dos produtos utilizados para geração de
renda, reduzindo o impacto sobre os recursos menos abundantes;
desenvolve atividades de pesquisa e manejo dos recursos
de uso tradicional mais ameaçados; atua com ênfase
na capacitação indígena, visando
a gestão autônoma e sustentável
do território e de seus recursos naturais.
Formação de
Professores Indígenas do PIX
Este projeto desenvolve a formação continuada
de 39 professores formados em magistério e a
formação para o magistério de 43
professores indígenas dos catorze povos do PIX.
De fora do Parque participam 2 professores Kaiabi da
aldeia Cururuzinho/TI Kaiabi e 2 professores Panará
da TI Panará. O projeto prepara e acompanha professores
que já ensinam em quarenta escolas e atendem
cerca de 1.358 alunos. A formação ocorre
em etapas intensivas a cada semestre, complementadas
por acompanhamento pedagógico do trabalho dos
professores nas escolas das aldeias. O projeto inclui
a elaboração de diversos materiais didáticos
em línguas indígenas e língua portuguesa
que são referências para as políticas
públicas para educação indígena
.
Clique aqui para saber
mais.
Projeto Fronteiras do Xingu
Tem como objetivo desenvolver um modelo de monitoramento,
proteção e fiscalização
dos limites e do entorno imediato do Parque para assegurar
a integridade de seus limites físicos e de seus
recursos naturais. As atividades são realizadas
em parceria com a Atix e com a participação
das comunidades indígenas, recebendo apoio de
agências governamentais e não-governamentais.
O projeto articula ainda um conjunto de iniciativas
voltadas a ampliar a capacidade de controle direto dos
índios sobre os limites do Parque, dirigidas
à apoiar a consolidação e funcionamento
de onze postos indígenas de fiscalização,
a reaviventação e limpeza das picadas
demarcatórias, a realização de
expedições de verificação
de intrusões, a capacitação dos
chefes de postos indígenas de fiscalização,
o monitoramento e mapeamento dos vetores de ocupação
do entorno e da dinâmica de desmatamento da região
dos formadores do rio Xingu, e a articulação
política das lideranças do Parque com
os órgãos ambientais (Ibama e Fema) e
prefeituras locais.
As expedições ao entorno do PIX têm
como missão trazer informações
sobre o estado de saúde geral das florestas e
cerrados remanescentes, dos rios e das matas ciliares
e aprimorar os métodos e coleta de informações,
bem como a observação e checagem de mudanças
na paisagem em campo, sem perder de vista o combate
à ilegalidade de atividades econômicas
que causam danos ao meio ambiente.
Clique aqui para saber
mais sobre as expedições.
Projeto Panará.
Iniciado em 1991, o projeto Panará teve como
objetivo a reparação dos direitos da sociedade
Panará, vítima de um processo desastroso
de contato pelo Estado brasileiro, por ocasião
da abertura da rodovia BR-163 na década de 1970.
A construção da estrada resultou na quase
extinção dos índios Panará
e na transferência dos seus 78 remanescentes para
o Parque Indígena do Xingu. Durante a década
de 1990, o projeto desenvolveu um conjunto de ações
de mobilização da opinião pública
que redundaram no reconhecimento de uma parcela do território
tradicional Panará, para onde os índios
começaram a retornar em 1996. Paralelamente,
o projeto apoiou, com assessoria dos advogados do ISA,
a iniciativa dos Panará de entrarem com uma ação
judicial indenizatória contra o governo brasileiro
pelas perdas e danos sofridos no período de contato
e transferência para o PIX. Os Panará foram
vitoriosos em todas as instâncias do Judiciário
e receberam em julho de 2003 a indenização
pretendida.
O projeto desenvolve atualmente atividades voltadas
a ampliar a sustentabilidade da sociedade Panará.
Assim, desenvolve ações que visem aumentar
a capacidade de interlocução e protagonismo
político dos Panará com a sociedade envolvente;
ampliar sua autonomia econômica e capacidade de
gestão da associação Iakiô;
propiciar o seu fortalecimento cultural; a formação
de professores bilíngües e discutir a gestão
dos recursos naturais tradicionais e a proteção
e fiscalização das suas terras.
As atividades de Levantamento de Recursos Naturais
Potenciais da Terra Indígena Panará
foram iniciadas em 2001, considerando as potencialidades
ecológicas da região, as formas de uso,
manejo e classificação dentro do sistema
de conhecimento tradicional. Na primeira fase, buscou-se
avaliar o potencial de alguns recursos para o desenvolvimento
de projetos sustentados. Também foi feito um
amplo levantamento sobre a situação dos
recursos agrícolas e florestais que necessitariam
de algum tipo de intervenção no sentido
de torná-los mais acessíveis nas áreas
próximas da aldeia. O levantamento também
buscou conhecer a forma pela qual os Panará reconheciam
seus diferentes ambientes, e como os recursos estavam
inseridos em seu sistema de manejo tradicional. Hoje,
os levantamentos visam principalmente avaliar o potencial
para a produção de sementes florestais
como uma atividade que, além de apropriada ao
manejo de recursos escassos, vem se apresentando como
uma alternativa econômica viável no contexto
local e regional.
Equipe do Programa
André Villas-Bôas – Indigenista – Coordenador
Adriana C. G. de Figueiredo - formação em Direito Ambiental, assistente da coordenação
Ana Carolina Pinto Rezende - Engenheira Agrônoma, analista em sensoriamento remoto
Angelise Nadal Pimenta – Técnico em Desenvolvimento e Pesquisa Socioambiental
Cassiano Marmet – Biólogo- Auxiliar Técnico em Pesquisa e Desenvolvimento
Socioambiental
Cristina Velasquez – Engenheira Florestal, Gestora do projeto Consórcio Governança Florestal nas cabeceiras do Xingu
Eduardo Malta Campos Filho – Engenheiro agrônomo – Assessor Técnico em
Pesquisa e Desenvolvimento Socioambiental
Erica Ieglli - Auxiliar de Serviços de Gerais - Base Canarana
Francisco Fortes - Economista - Técnico em Desenvolvimento e Pesquisa Socioambiental
Héber Queiroz Alves - Biólogo - Auxiliar Técnico em Desenvolvimento e Pesquisa Socioambiental
José Nicola Mortorano Neves da Costa - Biólogo - Auxiliar Técnico em Desenvolvimento e Pesquisa Socioambiental
Kátia Ono - Ecóloga, assessora técnica do Projeto Desenvolvimento
de Alternativas Econômicas Sustentáveis e Formação de Agentes Indígenas
de Manejo de Recursos Naturais;
Lauro Rodrigues - Consultor do projeto Manejo e Alternativas Econômicas no projeto Panará
Leticia Soares de Camargo - Bacharel em Ciências Sociais - Técnica em Desenevolvimento e Pesquisa Socioambiental
Luciana Akeme Sawasaki Manzano Deluci - Auxiliar de Administração - Base
Canarana
Luciano Langmontel Eichholz - Eng. Florestal - Auxiliar Técnico em Desenvolvimento e Pesquisa Socioambiental
Marcelo Salazar - Engenheiro de Produção Química - Analista de Desenvolvimento e Pesquisa Socioambiental
Osvaldo Luis de Sousa – Técnico em Pesquisa e Desenvolvimento Socioambiental
Paula Mendonça de Menezes - Pedagoga, assessora técnica do Projeto
Formação de Professores Indígenas do PIX;
Paulo Junqueira – Psicólogo, Coordenador Adjunto
Rafael Honorio - Estagiário Geoprocessamento
Renata Barros Marcondes de Faria – Bióloga - Assessora Técnica em
Desenvolvimento e Pesquisa Socioambiental (Projeto Manejo)
Rodrigo Junqueira – Agrônomo - Coordenador Adjunto
Rosana Gasparini - Geógrafa, assessora técnica do Projeto Formação
de Professores Indígenas do PIX;
Sadi Elsenbach - Motorista
Sara Nanni - Jornalista - Editora
PESQUISADORES ASSOCIADOS
• Adriano Portela (biólogo, Ipam); Amintas Nazareth Rossete (geólogo,
coordenador do Núcleo de Análise Ambiental do campus Nova Xavantina
da Unemat); Daniel Nepstad (ecólogo, Ipam); Daniel Stefanello
(biólogo, Universidade Federal de Viçosa - MG); Eloísa Ramos (bióloga,
Unemat); Fabiana Penereiro (engenheira agrônoma, mestre em Ciências
Florestais); Geraldo Mosimann Silva (Agrônomo, Universidade
da Flórida); Luís Schiesari (Escola de Artes, Ciências e Humanidades
– USP); Natália Macedo Ivanauskas (engenheira agrônoma, IF);
Oswaldo de Carvalho Jr. (biólogo, Ipam); Simone Athayde (bióloga,
Universidade da Flórida); Vania Neu (Esalq-USP).
Parcerias e fontes de financiamento
- Associação Iakiô do Povo Panará: parceira local;
- Associação Indígena Kisêdjê (AIK): parceira local;
- Associação Moygu Comunidade Ikpeng: parceira local;
- Associação Terra Indígena do Xingu (Atix) : parceira local;
- Associação Yarikayu do povo Yudjá: parceira local;
- Casa - Centro de Apoio Socioambiental: apoio financeiro;
- Comissão Pastoral da Terra (CPT) de São Félix do Xingu: parceira na implementação de atividades;
- Comissão Européia (CE): apoio financeiro;
- Distrito Sanitário Especial Indígena do Xingu (DSEI XG): parceira local;
- Defesa do Meio Ambiente (ED)/Fundação Gordon & Betty Moore: apoio financeiro;
- Empresa Matogrossense de Pesquisa, Assistência e Extensão (Empaer): parceira local;
- Escola Agrícola de Querência: parceira local;
- Fazendas Dois Americanos e Estrela d‘Alva do Município de Querência: parceira local;
- Fundação Blue Moon:apoio financeiro;
- Fundação Doen: apoio financeiro;
- Fundação Packard: apoio financeiro;
- Fundação Viver, Produzir e Preservar (FVPP): parceiro no Consórcio Estradas Verdes;
- Grendene: apoio financeiro;
- Grupo de Trabalho da Amazônia (GTA): parceiro no Consórcio Estradas Verdes;
- Icatu Hartford(IF/SP):apoio financeiro;
- Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama); Diretoria de ecossistemas (Direc) Brasília e Regionais Altamira e Santarém;
- Instituto de Estudos e Pesquisas Florestais/Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – USP(IEPF/Esalq–USP): cooperação técnica;
- Instituto Florestal de São Paulo (IF/SP):cooperação técnica;
- Instituto HSBC Solidariedade;
- Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra): apoio financeiro;
- Projeto Plantar – Assessoria e Planejamento/Programa Assistência Técnica e Ambiental: cooperação técnica;
- Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam): parceiro no Consórcio Estradas Verdes;
- Ministério do Desenvolvimento Agrário/SAF: apoio financeiro;
- Ministério da Educação/Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação/Coordenação Geral de Apoio às Escolas Indígenas (MEC/FNDE/CGAEI): apoio financeiro;
- Ministério da Cultura, Fundo Nacional de Cultura (Minc /FNC): apoio financeiro;
- Ministério do Meio Ambiente/ Fundo Nacional do Meio Ambiente (MMA/FNMA): apoio financeiro;
- Ministério do Meio Ambiente/Secretaria de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável – Programa de Apoio ao Agroextrativismo: apoio financeiro;
- Norad - Agência Norueguesa de Cooperação Internacional;
- Projeto Alternativas ao Desmatamento e Queimada (MMA/ PDA/ Padeq): apoio financeiro;
- Município de Querência/ Secretaria de Agricultura de Querência: parceira local;
- Organização Não-governamental Roncador - Araguaia (Ongara): parceira local;
- Prefeitura de Canarana/Secretaria de Meio Ambiente: parceira local;
- Projeto Vídeo nas Aldeias: cooperação técnica;
- Fundação Rainforest da Noruega (RFN): apoio financeiro;
- Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Água Boa: parceira local;
- Terra dos Homens (TDH) – Holanda: apoio financeiro;
- Conservação da Natureza (TNC): apoio financeiro;
- Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat): cooperação técnica;
- Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)/Deptº de Medicina Preventiva: cooperação técnica;
- Agência Norte-Americana de Desenvolvimento Internacional (Usaid): apoio financeiro.
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