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Kumurõ, banco Tukano

Um dos vinte povos que vivem no noroeste amazônico, os índios Tukano dizem que o homem desajuizado não sabe se sentar. Não possui um banco, não encontra um lugar para pensar sentado. Daí o simbolismo que o objeto carrega.

A duração da pessoa

A etnóloga Elisabeth Pissolato, professora de Antropologia da Universidade Federal de Juiz de Fora, conta neste livro de que forma os Guarani-Mbya do litoral fluminense buscam seu bem-estar e tudo aquilo que faz a vida durar.

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